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Como estruturar uma startup para ela vencer o "Vale da Morte"

Dificuldade de acesso a capital e obstáculos para entrar no mercado fazem com que 30% das empresas deste tipo fechem antes mesmo de entrarem em atividade.

Segundo dados da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), o Brasil tem, atualmente, mais 12 mil startups, destas 562 estão em funcionamento somente no Centro Oeste, sendo 21,1% delas, em Goiânia. Mas mesmo quem é um atua nesse mercado de startups, muito provavelmente nunca ouvirá falar em boa parte dessas empresas, isso porque segundo um dado do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, cerca de 30% das startups analisadas fecharam em 2018 no “Vale da Morte”, considerado o período onde você está no negativo até conseguir atingir o ponto de equilíbrio.

“Estruturar uma startup e levantar capital são duas das principais atribuições de um empreendedor que adota esse modelo de negócio, e isso leva tempo, dedicação e muito estudo”, explica Marcos Alberto Bernardo Campos, Co-Founder (co-fundador) do  Condomínio Empresarial Tecnológico Gyntec e da Sírius Venture Capital,  empresa de investimentos e participações que possui em seu portfólio dezenas de startups por meio dos seus vários veículos de investimentos nacionais e internacionais.

Mas então, como estruturar sua startup para vencer o “Vale da Morte” e alcançar este milestone? Esse é o assunto a ser tratado por José Gutierrez, líder nacional de investimentos da Ace Startups. A convite dos empresários Marcos Alberto Bernardo Campos e Felipe Pinho, que também é co-funder do Gyntec e da Sírius Venture Capital, ele falará sobre o assunto no próximo  dia 9 de outubro, em palestra à partir das 19h na sede do SebraeLab em Goiânia. O evento é aberto ao público e as inscrições podem ser feitas através do site: https://ev.congressy.com/growth-talks-ace-goiania/.

Segundo dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), quase 9 mil investidores usaram as plataformas digitais para investir em startups. Marcos Alberto explica que existem quatro modalidades de investidores: Anjo, que procuram jovens empresas com forte potencial de crescimento, geralmente de conhecidos e tentam vender sua parte para investidores maiores; os Seed capital, uma categoria acima do investidor-anjo e que montam fundos que captam de vários investidores para aportar capital em mais empresas; Venture capital, que são aqueles investem mais do Seed com o objetivo de ajudar as startups a crescerem; e por fim, o  Private equity, que são investidores responsáveis pelas operações de fusões e vendas em grandes empresas.

“É possível investir a partir de R$ 1000 em startups, mas para isso é preciso uma consultoria especializada para auxiliar esse investidor, contribuindo com o desenvolvimento da prototipagem e a devida validação pelo mercado”, frisa Campos.

 

SERVIÇO

Como estruturar sua startup para vencer o “Vale da Morte” e alcançar este milestone?

DATA: 9 de outubro de 2019 - quarta-feira

HORÁRIO: 19h

LOCAL: SebraeLab - Av. T-3, n° 1000 - St. Bueno