Do artesanal à indústria personalizada: um case de sucesso

Empresários da Durini inovam ao casar mobiliário sob medida com modelo de industrialização

Ambientes personalizados são uma realidade cada vez mais comum não só no âmbito residencial, como também comercial e corporativo. Seja num escritório, loja ou num consultório médico, a identidade do local está muitas vezes ligada aos móveis que compõem o espaço – coisa que, muitas vezes, exige um produto sob medida, tanto por uma questão de design quanto de funcionalidade. Foi nesse cenário que Luiz Fernando de Almeida Costa, 42, viu uma oportunidade.

Na época, Luiz Fernando tinha uma empresa de representação de móveis atuante no Distrito Federal e Goiás. Percebendo a demanda de personalização – um painel pra uma loja, uma mesa feita sob medida para um escritório, e assim por diante –, viu nos móveis sob medida uma possibilidade de expansão, e abriu outro braço da empresa. Pouco depois, com a chegada do sócio Wedemon Vilagelim Feitosa, 41, esse braço ganhou fôlego e começou a caminhar sozinho, deixando de ser um ramo da representação para virar uma empresa independente. Nascia assim a nova Durini Móveis Planejados, trilhando um caminho visionário rumo à industrialização.

“Eu venho de uma grande empresa. Trabalhei 20 anos no mercado de imobiliário corporativo e trouxe todo o meu know how da parte produtiva”, conta Wedemon. “Já o Luiz Fernando trabalhou a vida toda com móveis – ele tem uma pegada muito voltada à qualidade, novos produtos e design, por ter uma representação focada num nicho mais exclusivo. Juntando nossas experiências e a vontade de trabalhar, conseguimos crescer muito.”

Hoje com mais de uma década de atuação, a Durini começou com três funcionários, com processos muito manuais e um trabalho quase artesanal de marcenaria. Tendo como ponto forte a flexibilidade para se adaptar a cada projeto, a empresa se profissionalizou no campo dos móveis sob medida e em pouco tempo viu surgir um grande aumento da demanda: começava a caminhada na direção da industrialização e, com ela, vinham também os desafios que esse crescimento comporta: como, por exemplo,

“O grande diferencial do mercado hoje acaba sendo a personalização – nem mesmo a parte corporativa trabalha mais com aqueles móveis padrão. Você vai num consultório hoje e vê que o ambiente está cada dia mais residencial, mais clean, com um ar de descompressão: por causa disso, cada projeto é único” explica Wedemon. “Esse é um dos desafios da adaptação operacional: tivemos que trabalhar com um ou dois sistemas de produção antes de chegar em um que nos permita anteder esse tipo de cliente, ou seja, trabalhar como indústria, mas com a flexibilidade do sob medida.”

Durante um processo de industrialização, costuma existir uma grande mudança nos processos operacionais. Com a mudança substancial no modelo de negócios, é comum que novos padrões, procedimentos, produtos e sistemas de produção sejam implementados – essa adaptação operacional foi um dos desafios encontrados por Wedemon, que buscou o Sebraetec para ajuda-lo na transição.

“Mesmo quando se tem muito know how num segmento, é difícil pegar todo esse conhecimento e transformá-lo em processos que façam sentido dentro de uma lógica de indústria – nem sempre conseguimos executar. Adaptar-se e adaptar toda a equipe a essa nova dinâmica é o grande desafio”, explica. “Com a técnica da consultoria, estabelecemos metas reais e conseguimos efetivamente implementar as mudanças. Os resultados são visíveis até no espaço físico da empresa”, conta.

O empresário, que também já tinha trabalhado com o Sebrae quando implementou o sistema administrativo, conta que a profissionalização e o aprimoramento é uma constante. Agora, a Durini foi selecionada pelo Agente Local de Inovação para um percurso de quatro meses de aprofundamento da linha de ferramentas de gestão do Programa Brasil Mais. Wedemon vê o ALI como a continuidade desse processo de aprimoramento que vem sendo feito durante a industrialização da empresa.

“Ter uma indústria é um divisor de águas. Eu venho de ser funcionário, e ver seu próprio negócio começar como uma pequena marcenaria e ir se tornando aquilo que você sonhou, uma coisa grande, cheia de processos, é um sonho que está sendo realizado tanto pra mim quanto pro meu sócio. Temos muitos projetos pela frente”, conta Wedemon.

Um case de sucesso, além dos 10 anos de experiência no setor de mobiliário, corporativo e comercial, nos últimos dois anos a Durini entrou definitivamente no circuito de móveis planejados residenciais. Hoje com uma área própria de 3300m² no Polo industrial de senador Canedo, em Goiás, a empresa está também desenvolvendo linhas próprias que poderão ser incluídas ou adaptadas a cada projeto - sempre com a Qualidade e flexibilidade características da Drini. E eles não pretendem parar por aí.

“Evoluímos muito no último ano com formação de equipe, processos, sistemas, parâmetros. Agora vem o ALI para começarmos a desenvolver os indicadores, ver os novos gargalos e pra nos desenvolvermos mais ainda. Costumo dizer pra minha equipe que demos o primeiro passo – agora, é um atrás do outro”, finaliza.

 

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